Dengue é a enfermidade causada pelo vírus da dengue, um arbovírus da família Flaviviridae, gênero Flavivírus, que inclui quatro tipos imunológicos: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4.[1] A infecção por um deles dá proteção permanente para o mesmo sorotipo e imunidade parcial e temporária contra os outros três.
Dengo
Classificação morfossintática:
- [dengo] substantivo masc singular . Sinônimos: mimo .
Dengo soa muito melhor, né?
Infelizmente a dengue foi mais rápida no gatilho!
quinta-feira, 14 de julho de 2011
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Das coisas mais.
E você vivia pensando naquelas tediosas obrigações adultas, contas a pagar, horários a cumprir, clientes, salário, chefes, estresse, transito. E você vivia exausto daquele dia-a-dia comum e violentamente rápido em que as folhas de calendário se consumiam tanto quanto seus pés doloridos. Pois é, você vivia pensando ser adulto, com aquele olhar de sabe tudo e o nariz empinado de um quase-expert-do-mundo-todo.
Não, não me atrai. E eis que surge um fim de semana, umas madrugadas a dentro, barrigas contorcidas de risadas e um carinho evidente. Amor é o nome, cheio de recheio. E entre o soprar de velinhas, o bolo de paçoca e um ou outro beijinho, você sorri e o mundo se transforma. Danem-se os outros, o que importa é isso aqui. Meu universo particular, meu mais.
E por fim, no fim do fim realmente, a gente entende que amor bom é aquele que nasce devagarzinho e vem, com cautela, pedindo licença, sem surtos. O amor vem e se aconchega e você o abraça, sorri. Ele adentra o seu universo e fica mais velhinho, mais carinhoso, mais, muito mais.
Não, não me atrai. E eis que surge um fim de semana, umas madrugadas a dentro, barrigas contorcidas de risadas e um carinho evidente. Amor é o nome, cheio de recheio. E entre o soprar de velinhas, o bolo de paçoca e um ou outro beijinho, você sorri e o mundo se transforma. Danem-se os outros, o que importa é isso aqui. Meu universo particular, meu mais.
E por fim, no fim do fim realmente, a gente entende que amor bom é aquele que nasce devagarzinho e vem, com cautela, pedindo licença, sem surtos. O amor vem e se aconchega e você o abraça, sorri. Ele adentra o seu universo e fica mais velhinho, mais carinhoso, mais, muito mais.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
É amor!
E voce pensou que o amor nao era capaz de modificar tudo?
Curiosamente ele bateu em sua porta e sorriu, mesmo com o mau tempo e a previsao de tempestades! Voce sorriu e o recebeu bem, sem saber exatamente quem ele era, serviu um café com sequilhos e se sentou, conversando amenidades. Pois e, é amor e voce sorriu. Mas ele se foi e voce ficou. Curiosamente algo se modificou e, de certa forma, ele tambem ficou com voce. E riu, em tom de deboche, enquanto voce fingia ainda nao acreditar.
Curiosamente ele bateu em sua porta e sorriu, mesmo com o mau tempo e a previsao de tempestades! Voce sorriu e o recebeu bem, sem saber exatamente quem ele era, serviu um café com sequilhos e se sentou, conversando amenidades. Pois e, é amor e voce sorriu. Mas ele se foi e voce ficou. Curiosamente algo se modificou e, de certa forma, ele tambem ficou com voce. E riu, em tom de deboche, enquanto voce fingia ainda nao acreditar.
domingo, 3 de julho de 2011
Bahea!
Todos os programados, se desprogamam por mero acaso. E eu vou levando. Internet fora do ar, mil aquisições, momentos inusitados e um tempo meio chuvoso, meio ensolarado. Feriado tem um quê de tempo longo, principalmente quando você se acostuma e sábado se torna sinônimo de trabalho. Um viva a independência. Viva a(o) Bahêa!
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Do coração pequenino.
Imagine quatro horas filtrando um sangue para continuar vivendo. Imaginou? Imagine receber a notícia de que o seu rim parou de funcionar e você precisa de dialise. Imaginou? Agora imagine que suas veias não suportem mais a hemodialise e você precise de um transplante renal ou então... Você sabe o que acontece. Por fim, imagine que, após o transplante, o rim que você recebeu não funcione e você volte para a hemodialise. Imaginou? Pois é, para aproximandamente 50 mil brasileiros está é uma realidade e não apenas imaginação.
Quatro horas em uma máquina, três vezes por semana, dieta restrita, ingestão controlada de liquido, mil riscos e um punhado de limitações. Sem falar nas marcas causadas por cateteres, fistula, tombros, e tudo o que envolve a imagem corporal. Some a isso a restrição de atividades laborais, as mudanças sociais, as doenças associadas e por aí vai. Para aproximadamente 50 mil brasileiros está é uma realidade.
Uma realidade difícil, é um fato. E todos os dias, trabalhar com esses seres humanos me desperta para milhões de novos questionamentos.
Porque eu estou falando disso? Porque não é fácil viver essa realidade mesmo quando você está "protegido" por um jaleco. Quando você trabalha há dois anos com os mesmos pacientes, conhece as historias deles e constroem um vinculo, é difícil pensar em perdê-los. E aceito, a morte faz parte da vida. Mas não deixa de ser difícil. Porque, acredite, não é fácil.
Por outro lado, como disse outro dia, não há salário que pague um sorriso, um abraço, um alento, um alívio, um encontro... Não há dinheiro no mundo que pague todas as boas energias que recebi dos meus pacientes, muito menos a satisfação de desempenhar bem o meu trabalho, compartilhando todo esse cotidiano difícil.
Não se espante, quando se entra em uma sala de hemodiálise não se encontra apenas a gravidade e a cronicidade de um adoecer, também se encontra os sorrisos, as brincadeiras, as conversas, as trocas e a alegria por estar vivo.
Ser renal crônico não é simples, não é fácil e em determinados períodos vivenciar essa realidade dos pacientes se torna ainda mais duro, o coração fica pequenino. Porque alguns logo partem. E aqui na Terra, ficam seus sorrisos e a graciosidade em superar os mais dificeis desafios.
domingo, 26 de junho de 2011
Todo são joão tem seu fim...
Como costumo dizer, essa - sem dúvida - é a melhor epoca do ano. E não porque eu sou do interior e tenho casa, comida e roupa lavada em uma das melhores cidades para curtir o são joão, mas porque - sem sombra de duvidas - tenho os melhores momentos juninos que poderia imaginar. Porque tudo começa e termina na minha varanda, todo licor de chocolate é permitido mesmo com tratamento, todos os comentários são válidos e as pessoas desfilam na festa buscando identidade, logo... o que sobra para nós? reconhecê-los enquanto seres humanos!
Nesse momento, as BRs ainda estão lotadas e as pessoas odeiam o fato do são joão ter chegado ao fim, mas tudo que é bom um dia acaba. E se a gente aprende que insistir em algo que já terminou é surreal, entende também que chega uma hora que as fogueiras têm que se apagar, as bandeirolas param de sacudir e as melhores delícias da culinaria junina terminam. O melhor é saber que ano que vem tem mais! E enquanto o feriadão não volta, fico aqui contando minhas gargalhadas, com saudades das minhas melhores companhias, dos comentários, das diversões, das delícias e do bom humos junino.
E no fim a gente entende que não importa a pista ou o camarote do arraía do cerveja, não importa de que ponto vimos Jau, ou cifras, meu bem. No fim, o que vale é o valor das gargalhadas, das brincadeiras com "traque" e dos meus melhores companheiros (alguns que, assim como o são joão, deixam saudade quando eu volto para a capital).
São João 2012 tem mais.
domingo, 19 de junho de 2011
Contagem regressiva.
Como não só de amor vive a humanidade, inicio minhas homenagens a melhor epóca do ano. São João para as minhocas do interior é como o Carnaval para os soterapolitanos. Logo, meu ano só começa em Julho!
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