Close your eyes and I'll kiss you
Tomorrow I'll miss you
Remember I'll always be true
And then while I'm away
I'll write home everyday
And I'll send all my loving to you
sexta-feira, 17 de junho de 2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
Não sou um livro de auto ajuda barato.
As vezes acho que tenho imagem de "livro barato de auto-ajuda". Explico: eu insisto em dizer "coloque-se no lugar dos outros", "pense na sua parcela de responsabilidade", "faça o bem" e por aí vai. Então? Não parece simples? Não. Não é.
E quando recordo os cinco anos de graduação, quase dois de pós-graduação, dois de formação clinica, livros, seminarios, palestras, cursos, supervisao e tudo o mais que me aconteceu até a presente data, eu não me confundo:. Não sou um livro barato de auto-ajuda. Fato: odeio que me rotulem. Por isso insisto: psicologo não bate papo, não dá conselhos, não tem todas as respostas, não mantem a calma sempre, não está sempre do lado do paciente e decididamente: nós não trabalhamos pouco. Claro que levando em conta o contexto hospitalar (no qual trabalho), não examino, troco curativo, prescrevo, decido conduta, ou qualquer ação de qualquer profissional de saúde, mas me irrito profundamente com quem diz: você trabalha pouco. Fato: nós não trabalhamos pouco. E porque isso me incomoda? Porque é recorrente e chato. Qual minha parcela de culpa nisso enquanto profissional? Tenho o dever de informar melhor às pessoas sobre o meu trabalho e sim, concordo, tudo isso é muito da falta de informação. Mas, particularmente imagine o que é ouvir as maiores dores das pessoas, dar suporte, acolher a dor, acompanhá-las para se despedir de um parente que faleceu, ouvir, ouvir, ouvir, falar, falar, falar. Não, não reclamo, amo o que eu faço. Mas o meu trabalho é subjetivo e não estou aqui para concorrer por quem se desgasta mais.
E as vezes, quando me recordo que não sou um livro de auto ajuda barato questiono: será que é por falta ou por excesso que percebem sua presença? Atualmente, prefiro pecar pelo excesso. Enquanto isso, repito: "coloque-se no lugar dos outros", "pense na sua parcela de responsabilidade", "faça o bem". Muito melhor do que desamor. Não?
E quando recordo os cinco anos de graduação, quase dois de pós-graduação, dois de formação clinica, livros, seminarios, palestras, cursos, supervisao e tudo o mais que me aconteceu até a presente data, eu não me confundo:. Não sou um livro barato de auto-ajuda. Fato: odeio que me rotulem. Por isso insisto: psicologo não bate papo, não dá conselhos, não tem todas as respostas, não mantem a calma sempre, não está sempre do lado do paciente e decididamente: nós não trabalhamos pouco. Claro que levando em conta o contexto hospitalar (no qual trabalho), não examino, troco curativo, prescrevo, decido conduta, ou qualquer ação de qualquer profissional de saúde, mas me irrito profundamente com quem diz: você trabalha pouco. Fato: nós não trabalhamos pouco. E porque isso me incomoda? Porque é recorrente e chato. Qual minha parcela de culpa nisso enquanto profissional? Tenho o dever de informar melhor às pessoas sobre o meu trabalho e sim, concordo, tudo isso é muito da falta de informação. Mas, particularmente imagine o que é ouvir as maiores dores das pessoas, dar suporte, acolher a dor, acompanhá-las para se despedir de um parente que faleceu, ouvir, ouvir, ouvir, falar, falar, falar. Não, não reclamo, amo o que eu faço. Mas o meu trabalho é subjetivo e não estou aqui para concorrer por quem se desgasta mais.
E as vezes, quando me recordo que não sou um livro de auto ajuda barato questiono: será que é por falta ou por excesso que percebem sua presença? Atualmente, prefiro pecar pelo excesso. Enquanto isso, repito: "coloque-se no lugar dos outros", "pense na sua parcela de responsabilidade", "faça o bem". Muito melhor do que desamor. Não?
(Há de haver os que insistem nos rotulos. Paciência. Psicologo também não convence ninguém de nada. Sabia?)
domingo, 12 de junho de 2011
O que ainda não é.
Fato: Hoje é o dia dos namorados.
Milhões de pessoas estão falando e comentando (lamentando, maldizendo, comemorando, odiando, amando) a data. Eis que sou mais uma na multidão.
A campanha “do amor” hoje vai especialmente para o que ainda não é.
Um feliz dia dos namorados aos amores que ainda serão descobertos e aos olhares bobos, mãos entrelaçadas e corações saltitantes que ainda surgirão por aí. E como diz o tão falado Gabito Nunes: “Os amores mais bonitos são aqueles que nunca foram usados.”
foto: Max Wanger
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Little darling
It feels like years since it's been here
Here comes the sun
Here comes the sun
And I say
It's all right
It feels like years since it's been here
Here comes the sun
Here comes the sun
And I say
It's all right
Há na vida aquela sempre alternativa em ficar, ir, correr, partir, permanecer, desligar-se, eletrizar-se... até finalmente encontrar-se. Here comes the sun and I say It's all right.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Das coisas mais lindas.
Sinusite é sinônimo de incômodo permanente e total falta de paciência com tudo porque sua cabeça inteira dói (incluindo cada minimo pedaço dela) e o corpo também entra na dança. Mas depois de 10 horas de trabalho, uma carta e um cd especial da dj neechee fazem seu coração se encher de alegria (e os olhos, daquelas lágrimas cheias de saudade).
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Assinar:
Postagens (Atom)

