quinta-feira, 26 de agosto de 2010

ela e o mar.


e então ela,
sentindo o gosto pesaroso do sal que sufocava seus pulmões em meio ao mar revolto,
se permitia momentos de calma tranquilidade
enquanto sentia o corpo sendo levado
boiando em meio ao turbilhão.

domingo, 22 de agosto de 2010

sábado, 21 de agosto de 2010

a solidão repleta dos seus.


Cercadas por todos e tão sozinha.
Rodeada de pessoas e só.
Repleta de sujeitos ao seu redor,
mas completamente distante.

Sua única e real companhia
se exprimia pelas diversas vozes vivas no seu cérebro.

Cercada de pessoas,
acompanhada unicamente pelos seus.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010


enquanto sentia a chuva caindo no corpo, seus pés seguiam fora de rumo. no peito ardia um rumo certo, nas mãos acomodavam-se um mundo e nas pernas, uma calma desconhecida e nova em folha. de certo, as gotas simbolizavam tudo o que elas queriam simbolizar. de certo, os pés, o peito, as mãos e as pernas eram parte de um mundo que ela era. assim, de fato, tal dia desses ela descobriria. mas por um momento, apenas desejava que a chuva lavasse e os pés seguissem - sem querer encontrar, sem caminhos a desbravar.

foto.

terça-feira, 17 de agosto de 2010